Você sabia que a maior eleição democrática do mundo é na ÍNDIA? Além de ser um país em desenvolvimento, que tem despertado os olhos do mundo por ser um dos mais competitivos entre os mercados mundiais, não só entre os emergentes, pela cultura milenar que instiga a nossa curiosidade e que até virou tema de novela brasileira, o país possui 714 milhões de eleitores de uma população extimada em mais de 1 bilhão de pessoas.
Imagine a organização de tudo? As notícias dos nossos parceiros na imprensa é que a eleição por lá ainda é cheia de atentados, consegue ser organizada, é democrática, apesar de levar meses de duração.
O Circo da Notícia convida você a conhecer um pouco deste processo em imagens captadas por lentes precisas e afiadas. Confira!
Eleitor caminha rumo a uma estação de voto em Bapally, 110 km (68 milhas) a oeste do sul da cidade indiana de Hyderabad. Com rebeldes maoistas acelerando atentados, dezenas de milhões de índios começaram a votar às pressas. (REUTERS / Krishnendu Halder)
Cinema indiano que virou alvo político tem pintura do antigo ministro-chefe do Estado Andhra Pradesh. (AP Photo / Aijaz Rahi).
Uma sondagem oficial marca o dedo de um eleitor com tinta indelével. (AP Photo / Rajesh Kumar Singh)
Centro de votação no centro da cidade indiana de Bhopal. (REUTERS / Raj Patidar)
Um monge, que também é um eleitor, arrasta homem na estação Thiksey, 20 km (12 milhas) a leste de LEH, 13 de maio de 2009. Os eleitores alegaram que o homem está envolvido em fraude na votação. (REUTERS/Amit Gupta)
Eleitores mostram seus dedos marcados de tinta após votação. (Reutes / Krishnendu Halder)
No dia 12 de junho estréia no Brasil um filme que pode agradar muitos jornalistas e blogueiros.
O Intrigas de Estado (State of Play), primeiro lugar em bilheteria no Reino Unido e segundo nos EUA, tem ganho por abordar aspectos tão atuais, como convergência entre as rotuladas velhas e novas mídias.
O ator Russell Crowe é um jornalista que se junta a uma blogueira (atriz Rachel McAdams) para investigar um caso de assassinato. O filme explora bastante as diferenças entre esses dois “tipos” de mídia.
A crise nos jornais também é retratada com a atriz Helen Mirren, uma editora que está sendo pressionada para evitar a iminente falência de um jornal impresso.
Confiram o que o programa Metrópolis falou sobre a obra.